
"Os cidadãos têm o direito de ser informados sobre a Europa e sobre os seus projectos concretos, o direito de expressar a sua opinião e o direito de serem ouvidos. É este o desafio da comunicação - promover este intercâmbio, o processo de sensibilização e o diálogo. "
Livro branco sobre uma política de comunicação europeia, 1 Fevereiro 2006, p. 14 [COM(2006) 35 final].
Os Centros de Documentação Europeia (CDE) têm um papel importante no apoio ao ensino e à investigação sobre a integração europeia, pois não só fazem o tratamento e difusão das publicações oficiais de que são depositários, como também são agentes pró-activos na pesquisa da informação comunitária. Estes Centros começaram a ser criados nos Estados-membros e nos países terceiros a partir de 1963, junto das instituições de ensino superior e de investigação, através da assinatura de uma Convenção com a Comissão Europeia.
Inicialmente voltados para a comunidade académica e científica, hoje os CDE são elementos catalisadores da política de transparência da Comissão Europeia na aproximação das políticas europeias ao cidadão europeu, envolvendo as suas Instituições no debate das questões comunitárias.
Em Portugal, os CDE são também os Centros mais antigos de toda a rede de Organismos de Informação Europeia. A sua criação remonta a 1974, e hoje em dia existem no país dezanove Centros, dezassete no Continente e os restantes nas Ilhas da Madeira e dos Açores.
Os Centros de Documentação Europeia portugueses, à semelhança dos outros CDE europeus, reúnem-se anualmente para debater várias questões, tais como: